Publicações

PUBLICAÇÕES

PARA TRADUTORES

Altos Contrastes

o livro

Para tradutores de inglês e de francês.

A abordagem estrutural contrastiva tem o objetivo de oferecer ao tradutor bases sólidas em um dos três ramos que constituem o tripé da boa tradução: o ramo sintático. Como todo tradutor sabe, a boa solução da sintaxe, ao lado do conhecimento do léxico e da capacidade de análise do registro, é um dos elementos que contribuem para a elaboração de um texto fluente e claro. O estudo dos aspectos sintáticos discrepantes entre a língua de partida e a de chegada tem o objetivo de alertar para as diferenças e sugerir soluções mais compatíveis com o espírito da língua portuguesa.

Altos Contrastes

2ª edição revisada e ampliada

1ª edição impressa

128 páginas

setembro de 2020

ISBN 978-65-991867-0-7

Frete grátis para todo o território nacional

R$ 39,90

INTRODUÇÃO
1. ARTIGOS: QUANDO FALTAM, QUANDO SOBRAM
1.1. Nota preliminar
1.2. Artigos definidos (contraste inglês/português)
1.2.1. Abstratos e substâncias
1.2.2. Especificidade e generalidade
1.2.3. Nacionalidades, esportes, disciplinas escolares
1.2.4. Nomes geográficos
1.2.5. Instrumentos musicais
1.2.6. The com sentido de demonstrativo
1.2.7. Comidas, lugares e meios de transporte
1.2.8. Apostos
1.3. Artigos indefinidos (contraste inglês/português)
1.3.1. Profissões
1.3.2. Nacionalidades, religiões
1.3.3. Apostos
1.3.4. Definições e designações
1.4. Artigos definidos (contraste francês/português)
1.4.1. Uso enfático ou exclamativo
1.4.2. Títulos, subtítulos, enumerações, itens
1.4.3. Diante de superlativo relativo
1.4.4. Enumerações e designações
1.5. Artigos indefinidos (contraste francês/português)
1.5.1. Valor genérico
1.5.2. Aposto
1.5.3. Com certain e com autre
2. SUJEITO: CAOS ADMINISTRÁVEL
2.1. Generalidades sobre as posições do sujeito na frase
2.2. Contraste inglês/português
2.2.1. Análise de exemplos: inglês, possíveis inversões e uso da voz passiva sintética
2.2.2. Quando o sujeito é retomado por um pronome relativo distante (which)
2.2.3. Sobre repetições desnecessárias na tradução do inglês
2.3. Contraste francês/português
2.3.1. Sobre repetições desnecessárias na tradução do francês

2.3.2. Sujeito gramatical ou aparente em francês
2.3.3. Quando o sujeito é retomado por um pronome relativo distante (que e qui)
2.3.4. Quando o sujeito é modificado pelo partitivo des
2.3.5. Anacoluto: um costume francês
2.4. De dois explícitos a um oculto (contrastes entre o português, o inglês e o francês)
2.4.1. Períodos de estrutura semelhante em inglês
2.4.2. Períodos de estrutura semelhante em francês
ANEXO I AO CAPÍTULO SUJEITO
ANEXO II AO CAPÍTULO SUJEITO
3. O ON FRANCÊS: UM SUJEITO PROBLEMÁTICO
3.1. Preliminares
3.2. Sobre o se: voz passiva ou indeterminação?
3.2.1. Sobre as várias formas de indeterminar o sujeito em português
3.2.2. Sobre as várias formas de construir a voz passiva em português
3.3. A tradução de on na prática
3.3.1. Tradução por se e variáveis (indeterminação ou voz passiva)
3.3.2. Tradução por nós
3.3.3. Com os verbos auxiliares pouvoir e devoir
3.3.4. Opções diversas
3.3.5. Tradução por a gente
3.3.6. Indeterminação com a 3ª. pessoa do plural
3.3.7. Em frases negativas
4. TRADUÇÃO DAS FORMAS FRANCESAS TERMINADAS EM ant E DAS INGLESAS EM -ing
4.1. Quando não se deve traduzir pelo gerúndio
4.1.1. Inglês e francês: tradução do present participle e do participe présent por uma oração adjetiva
4.1.2. Francês: Tradução do participe présent por uma oração causal
4.2. Inglês e francês: quando a posição conta
4.2.1. Inglês: quando o conjunto é introduzido por with
5. MELHORES USOS DO “QUE” EM PORTUGUÊS
6. COMO O TRADUTOR DE FRANCÊS PODE TRATAR O QUI E O QUE
6.1. Quando o conjunto qui + être pode ser omitido
6.2. Quando a oração iniciada por que pode virar voz passiva
6.3. Ciladas do que francês
6.4. Qui + verbo que vira gerúndio
APÊNDICE AO CAPÍTULO 6
Como evitar uma sequência de ques na tradução do inglês
Como evitar uma sequência de ques na tradução do francês
7. AS INSUSPEITADAS COMPLEXIDADES DO DONT FRANCÊS
7.1. Quatro estruturas contrastantes ou nem tanto, para começar
7.1.1. Estrutura A
7.1.2. Estrutura B
7.1.3. Estrutura C
7.1.4. Estrutura D
7.2. Tradução por como
7.3. Tradução por do(a)s quais, entre o(s) quais
8. QUANDO O OBJETO GANHA UM PREDICATIVO
8.1. Em inglês
8.2. Alguns exemplos franceses que justificam a reformulação
9. POSSESSIVOS (E ÀS VEZES TAMBÉM INDESEJÁVEIS)
9.1. Em inglês
9.2. Em francês
9.3. Conclusões
10. UM SINGULAR PLURAL
BIBLIOGRAFIA

A arte da conjugação

dos verbos em português

UM MANUAL PARA SER CONSULTADO A QUALQUER HORA

O livro A arte da conjugação dos verbos em português foi feito para atender a várias necessidades, tanto de falantes natos de português, quanto de estrangeiros. Soluciona as numerosas dúvidas sempre suscitadas por assunto tão complexo, não só em relação à ortografia das formas verbais, como também à sua pronúncia.  Além disso, na parte inicial, encontram-se todos os dados teóricos sobre o assunto, bem como listas completas de verbos defectivos e abundantes.

Dicionário de italiano-português

mais de 80.000 verbetes

Organização e seleção de verbetes: Ivone Benedetti

 

O Dicionário Martins Fontes italiano/português é um dicionário bilíngue novo, ou melhor, inovador, por duas principais razões: em primeiro lugar, porque foi feito para atender ao usuário brasileiro, o que nunca antes havia sido feito pelos dicionários de língua italiana para falantes de português; em segundo lugar, por ser um dicionário abrangente, que contempla também a terminologia técnica e muitos dos usos antigos. Por que a necessidade de um dicionário “brasileiro”, se Portugal e Brasil falam a mesma língua? Não há dúvida de que se trata de variantes linguísticas algo distanciadas, com preferências às vezes bem diferentes no uso de palavras e expressões idiomáticas, sem falar das variações ortográficas. Por todas essas razões, esta iniciativa virá a beneficiar todos os brasileiros que trabalhem ou convivam de alguma forma com o idioma italiano.