Livro Altos Contrastes

R$39,90

  • Autor: Ivone Benedetti
  • Editora: I.Benedetti Edições
  • Lançamento: setembro de 2020
  • 2ª edição revisada e ampliada
  • 1ª edição impressa
  • 128 páginas
  • FRETE GRÁTIS

 

Categoria:

Descrição

A abordagem estrutural contrastiva tem o objetivo de oferecer ao tradutor bases sólidas em um dos três ramos que constituem o tripé da boa tradução: o ramo sintático. Como todo tradutor sabe, a boa solução da sintaxe, ao lado do conhecimento do léxico e da capacidade de análise do registro, é um dos elementos que contribuem para a elaboração de um texto fluente e claro. O estudo dos aspectos sintáticos discrepantes entre a língua de partida e a de chegada tem o objetivo de alertar para as diferenças e sugerir soluções mais compatíveis com o espírito da língua portuguesa.

Sumário:

INTRODUÇÃO
1. ARTIGOS: QUANDO FALTAM, QUANDO SOBRAM
1.1. Nota preliminar
1.2. Artigos definidos (contraste inglês/português)
1.2.1. Abstratos e substâncias
1.2.2. Especificidade e generalidade
1.2.3. Nacionalidades, esportes, disciplinas escolares
1.2.4. Nomes geográficos
1.2.5. Instrumentos musicais
1.2.6. The com sentido de demonstrativo
1.2.7. Comidas, lugares e meios de transporte
1.2.8. Apostos
1.3. Artigos indefinidos (contraste inglês/português)
1.3.1. Profissões
1.3.2. Nacionalidades, religiões
1.3.3. Apostos
1.3.4. Definições e designações
1.4. Artigos definidos (contraste francês/português)
1.4.1. Uso enfático ou exclamativo
1.4.2. Títulos, subtítulos, enumerações, itens
1.4.3. Diante de superlativo relativo
1.4.4. Enumerações e designações
1.5. Artigos indefinidos (contraste francês/português)
1.5.1. Valor genérico
1.5.2. Aposto
1.5.3. Com certain e com autre
2. SUJEITO: CAOS ADMINISTRÁVEL
2.1. Generalidades sobre as posições do sujeito na frase
2.2. Contraste inglês/português
2.2.1. Análise de exemplos: inglês, possíveis inversões e uso da voz passiva sintética
2.2.2. Quando o sujeito é retomado por um pronome relativo distante (which)
2.2.3. Sobre repetições desnecessárias na tradução do inglês
2.3. Contraste francês/português
2.3.1. Sobre repetições desnecessárias na tradução do francês
2.3.2. Sujeito gramatical ou aparente em francês
2.3.3. Quando o sujeito é retomado por um pronome relativo distante (que e qui)
2.3.4. Quando o sujeito é modificado pelo partitivo des
2.3.5. Anacoluto: um costume francês
2.4. De dois explícitos a um oculto (contrastes entre o português, o inglês e o francês)
2.4.1. Períodos de estrutura semelhante em inglês
2.4.2. Períodos de estrutura semelhante em francês
ANEXO I AO CAPÍTULO SUJEITO
ANEXO II AO CAPÍTULO SUJEITO
3. O ON FRANCÊS: UM SUJEITO PROBLEMÁTICO
3.1. Preliminares
3.2. Sobre o se: voz passiva ou indeterminação?
3.2.1. Sobre as várias formas de indeterminar o sujeito em português
3.2.2. Sobre as várias formas de construir a voz passiva em português
3.3. A tradução de on na prática
3.3.1. Tradução por se e variáveis (indeterminação ou voz passiva)
3.3.2. Tradução por nós
3.3.3. Com os verbos auxiliares pouvoir e devoir
3.3.4. Opções diversas
3.3.5. Tradução por a gente
3.3.6. Indeterminação com a 3ª. pessoa do plural
3.3.7. Em frases negativas
4. TRADUÇÃO DAS FORMAS FRANCESAS TERMINADAS EM ant E DAS INGLESAS EM -ing
4.1. Quando não se deve traduzir pelo gerúndio
4.1.1. Inglês e francês: tradução do present participle e do participe présent por uma oração adjetiva
4.1.2. Francês: Tradução do participe présent por uma oração causal
4.2. Inglês e francês: quando a posição conta
4.2.1. Inglês: quando o conjunto é introduzido por with
5. MELHORES USOS DO “QUE” EM PORTUGUÊS
6. COMO O TRADUTOR DE FRANCÊS PODE TRATAR O QUI E O QUE
6.1. Quando o conjunto qui + être pode ser omitido
6.2. Quando a oração iniciada por que pode virar voz passiva
6.3. Ciladas do que francês
6.4. Qui + verbo que vira gerúndio
APÊNDICE AO CAPÍTULO 6
Como evitar uma sequência de ques na tradução do inglês
Como evitar uma sequência de ques na tradução do francês
7. AS INSUSPEITADAS COMPLEXIDADES DO DONT FRANCÊS
7.1. Quatro estruturas contrastantes ou nem tanto, para começar
7.1.1. Estrutura A
7.1.2. Estrutura B
7.1.3. Estrutura C
7.1.4. Estrutura D
7.2. Tradução por como
7.3. Tradução por do(a)s quais, entre o(s) quais
8. QUANDO O OBJETO GANHA UM PREDICATIVO
8.1. Em inglês
8.2. Alguns exemplos franceses que justificam a reformulação
9. POSSESSIVOS (E ÀS VEZES TAMBÉM INDESEJÁVEIS)
9.1. Em inglês
9.2. Em francês
9.3. Conclusões
10. UM SINGULAR PLURAL
BIBLIOGRAFIA